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Pela primeira vez no Ceará, criança é registrada com o nome totalmente indígena.


Após três semanas do nascimento da criança, a família conseguiu registrar a criança com o nome de suas etnias. A pequena Lua Maara Jenipapo-Kanindé Kariri, nascida em 26 de outubro deste ano (2023), em Crateús, tornou-se a primeira cearense com sobrenome oficial formado somente pelas etnias da família. Com apenas dois meses de vida, a menina indígena carrega em seu nome a luta contra o apagamento histórico do movimento indígena no Estado. A conquista, no entanto, foi alcançada após um intenso processo para regularizar o registro no cartório.

Filha do produtor cultural e coordenador do Memorial dos Povos Indígenas, Lucas Sipya Kariri, de 25 anos, e da professora e artista Janaína Jenipapo-Kanindé, 28, Lua pôde ser registrada com os sobrenomes étnicos apenas três semanas depois do nascimento.




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